segunda-feira, 4 de abril de 2011

Comissão discutirá acesso a banda larga com ministro das Comunicações

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática promoverá audiência pública na quarta-feira (6) com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Segundo o presidente da comissão, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), o ministro deverá apresentar os programas em curso para promover a universalização do acesso à internet em banda larga.
Bernardo também vai debater outros temas, como a modernização dos processos administrativos do ministério e da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Os deputados querem discutir, ainda, questões como a proposta de um novo marco regulatório para o setor de radiodifusão.
A reunião está marcada para as 10 horas, no plenário 13.

Projeto endurece punição para empresas lesivas ao meio ambiente

Lucena quer aumentar sanções
contra empresas no caso
de infração administrativa.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 383/11, do deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que proíbe as empresas que cometerem infração administrativa ambiental de obter subsídios, subvenções ou doações do governo pelo período de até três anos.
O projeto altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que já impossibilita essas empresas de fechar contrato com a administração pública, também pelo prazo de até três anos. Outras sanções previstas pela lei em caso de infração ambiental administrativa são a suspensão ou cancelamento de registro, licença ou autorização da empresa; e a perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais.
Além disso, o projeto estabelece que a empresa não poderá receber subsídios, subvenções ou doações da administração pública se tiver débitos previdenciários ou fiscais ou se tiver sido condenada por crime ambiental com sentença transitada em julgado. "Decorridos 13 anos de sua aprovação, ainda se observam imperfeições na Lei de Crimes Ambientais, duas das quais este projeto de lei objetiva sanar", explica o autor.
A proposta é idêntica ao PL 2243/07, do ex-deputado Dr. Talmir, que foi arquivado ao final da legislatura  passada, após ter sido aprovado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Finanças e Tributação.
Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo  pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Processos civis que envolvam idosos poderão ter rito sumário

Arnaldo Faria de Sá: é comum decisões judiciais
só sairem depois da morte do idoso.

Os processos da esfera civil que tiverem pessoas com idade a partir de 60 anos como uma das partes poderão ter rito de tramitação sumário. A medida consta do Projeto de Lei 194/11, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), em tramitação na Câmara. A proposta acrescenta dispositivos ao Código de Processo Civil (Lei 5.869/73).
Atualmente, o Código de Processo Civil prevê procedimento sumário para causas menos complexas (como ações de cobrança de condôminos em atraso e ressarcimento de danos em acidentes de veículos) e de menor valor (até o limite de 60 salários mínimos). Essas causas têm tramitação mais rápida, com fases processuais reduzidas. É comum que as fases do julgamento - petição inicial, defesa, provas e decisão - sejam restritas a duas audiências.
Para o deputado Arnaldo Faria de Sá, os idosos devem ter direito ao mesmo rito. Ele ressalta que a morosidade da Justiça faz com que as decisões, em alguns casos, saiam somente após a morte do idoso.
Prioridade
Projeto semelhante foi apresentado em 2007 pelo então deputado Juvenil Alves (MG). Em 2009, ele foi arquivado pelo ex-presidente da Câmara Michel Temer por entender que a Lei 12.008/09 já contemplava a questão. A lei alterou o Código de Processo Civil para tornar prioritária a tramitação de ações para idosos e portadores de doenças graves. A prioridade deve, no entanto, ser requerida pelo interessado.
Para o deputado Faria de Sá, a nova lei não trouxe os benefícios esperados. Segundo ele, o advogado do idoso precisa cobrar a prioridade em cada fase do processo. Além disso, as fases são as mesmas do rito ordinário, não contribuindo para a redução dos prazos. O deputado acredita que a morosidade da Justiça, no caso dos idosos, só será resolvida se for adotado o procedimento sumário.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Projeto permite prisão por qualquer crime em período eleitoral

Donizette: legislação eleitoral
está protegendo criminosos.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 122/11, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que amplia a possibilidade de prisão de eleitores no período de cinco dias antes da eleição até 48 horas depois do encerramento da votação. Conforme o projeto, poderá ser preso qualquer eleitor que seja alvo de sentença criminal condenatória ou para o qual haja mandado de prisão expedido por juiz.
Atualmente, segundo o Código Eleitoral (Lei 4.737/65), os eleitores só podem ser presos se a sentença criminal condenatória referir-se a crime inafiançável, e não é permitido o cumprimento de mandados de prisão nesse período.
O projeto mantém as outras duas permissões de prisão já existentes: por flagrante delito e por desrespeito a salvo-conduto.
A proposta também permite que a Justiça Eleitoral crie um procedimento específico para que os eleitores presos nesse período possam votar.
Donizete afirma que os limites impostos pela legislação eleitoral têm o objetivo de proteger o eleitor e a integridade da eleição, mas, em vez disso, está protegendo criminosos. Ele cita dois exemplos: "No Rio de Janeiro, um suspeito de ter cometido mais de 40 estupros se entregou e em seguida foi posto em liberdade. Em Campinas (SP), um jovem de 18 anos, autor de dois roubos, foi preso e solto imediatamente. Horas depois, roubou e matou um cidadão de 83 anos."
Tramitação
O projeto tramita em conjunto com o PL 5490/09, do Senado, que trata de tema semelhante e está pronto para ser votado pelo Plenário.

Dê um empurrãozinho em sua memória RAM e faça seu sistema rodar mais rápido

PC Brother Memory Optimization é um aplicativo gratuito,
eficiente e muito fácil de usar.

O principal objetivo do PC Brother Memory Optimization é otimizar seu computador, além de exibir para você a quantas anda o sistema atual, tanto em formato gráfico quanto numérico. Esta ferramenta pode ser justamente aquilo que faltava para ajudar seu computador a funcionar mais eficientemente, rodando os programas de forma mais rápida e estável.
O software é totalmente gratuito e amigável. Suas principais ferramentas estão disponíveis em uma barra específica na tela principal.
Quando você executa um aplicativo, sua memória RAM é forçada a trabalhar mais rápido. Uma vez que a memória já está cheia, o sistema começa a usar o disco rígido - levando a uma queda considerável de desempenho em seu computador. Mas, com a ajuda de PC Brother Memory Optimization, você pode ter certeza de que isso não vai acontecer.
O processo utilizado pelo aplicativo para otimizar a memória do seu PC é simples: ele remove os processos e as informações que não estiverem sendo utilizadas no momento. Muitas vezes, dados como estes ainda nem chegam à memória RAM, justamente por ainda não terem sido transferidos pelos programas que os originaram.
Além disso, PC Brother Memory Optimization usa recursos mínimos para executar uma varredura constante de sua memória RAM, para prevenir situações desagradáveis. Enquanto isso, o programa exibe uma barra de status, onde você pode visualizar o uso de RAM atual e efetuar uma "limpeza" de memória, sempre que necessário. Você pode programar este processo, de modo que a limpeza ocorra automaticamente, quando o aplicativo atingir um nível pré-determinado.

Brasil está entre países com baixo domínio do inglês, mostra estudo

Pesquisa, que avaliou a habilidade de pessoas
em 44 territórios, aponta que País ocupa 31ª posição
no ranking mundial

Há algum tempo se discute que a falta de pessoas com fluência em inglês no Brasil representa um desafio para alguns setores da economia, como o caso da área de tecnologia da informação. E um estudo divulgado pela EF English Proficiency Index (EPI) confirma essa percepção, ao deixar o País em 31º colocado, em uma lista de 44 países, em relação à habilidade dos adultos com a língua inglesa. O que foi classificado como um baixo domínio do idioma.
O estudo se baseou em testes de inglês realizados por 2 milhões de pessoas adultas, entre 16 a 30 anos. A partir daí, detectou que os mercados considerados emergentes enfrentam hoje dificuldades parecidas com o Brasil em relação ao domínio do idioma inglês, com China, Índia e Rússia nas 29ª, 30ª e 32ª colocações.
Já quando considerado apenas os países da América Latina, o País fica em 6ª posição, à frente de mercados como Chile e Venezuela. No entanto, bem atrás da Argentina, 16ª colocada no estudo global e classificada como um mercado com habilidade moderada dos adultos com idioma inglês.

As frases proibidas nas organizações

Nós geralmente valorizamos as pessoas que apresentam a resposta em vez de consagrarmos aqueles que se dedicam a fazer as perguntas certas
Com o passar do tempo, algumas frases se tornaram proibidas a todos que vivem o dia a dia nas empresas, pois os riscos decorrentes de tais manifestações são reconhecidos como muito elevados para quem pretende se manter no local onde trabalha.
Quando foi a última vez que você ouviu alguém afirmar "eu não sei" ou "o erro foi meu" em sua organização? Possivelmente, até tenha pensado que esta pessoa surtou momentaneamente ou então que se tratava de um profissional inexperiente e sem o mínimo senso de autoproteção.
No entanto, situações como esta precisam ser analisadas por outro prisma. A cultura organizacional da grande maioria das empresas brasileiras não valoriza a importância daqueles que dizem "eu não sei" ou mesmo quem faz questionamentos recorrentes, mas sim os profissionais que têm a capacidade de responder as questões elaboradas por outrem.
Você mesmo deve lembrar como era apreciado na escola quando conseguia responder a alguma pergunta do professor e os olhares de reprovação ou deboche que lhe eram dirigidos ao indagar algo que esclareceria o assunto a todos de uma única vez, mas ninguém arriscaria examinar publicamente.
Nós geralmente valorizamos as pessoas que apresentam a resposta em vez de consagrarmos aqueles que se dedicam a fazer as perguntas certas. Por conseguinte, também nas organizações, muitos dos colaboradores preferem ficar sem saber a questionarem o porquê das coisas.
Problema maior ainda existe em relação à outra frase destacada: "o erro foi meu". Estimo que inúmeras pessoas não tenham a coragem de reconhecer suas falhas, mesmo sabendo que esta seria a atitude correta, porque ao denunciarem os próprios erros ouvem apenas questionamentos de reprovação: "Como você pode ter deixado isto acontecer?" ou "Será que não vai aprender nunca?"
A lição que perdura para todos os demais trabalhadores que presenciam algo semelhante é: quando você cometer uma besteira fique quieto no seu lugar e, se necessário for, coloque a culpa em outro infeliz.
Quando as pessoas não se sentem seguras nem estimuladas a externar seus fracassos e inseguranças, abre-se espaço para que o ambiente seja inundado por posturas nas quais "esconder os problemas debaixo do pano" e torcer para que ninguém perceba ou se posicionar como vítima transforma-se em regra geral.
Se você é gestor, sugiro que comece a olhar de forma especial para quem evita respostas prontas nem tampouco utiliza justificativas esfarrapadas para explicar o trabalho que deixou de concluir a tempo. É claro que tais atitudes não credenciam o profissional desde já a uma promoção, mas revelam senso de responsabilidade, requisito fundamental para quem amanhã poderá ocupar uma posição de liderança.
As empresas devem ter a consciência de que inevitavelmente alguns erros serão cometidos e não haverá pessoas com respostas satisfatórias para uma série de perguntas. Todavia, se cultivarem um ambiente que favoreça o aprendizado contínuo e seus colaboradores forem estimulados a correr riscos calculados será comum escutar pessoas dizendo "eu não sei" ou "o erro foi meu" e além disso poderão comprovar que haverá um comportamento proativo ou reparador logo na sequência dos fatos.
E qual o primeiro passo para a mudança? As organizações precisam acompanhar de perto as atitudes de seus gestores. Quando os colaboradores percebem que os líderes diretos são os primeiros a encobertar erros ou se calar diante de determinada situação que requer posicionamento, eles compreendem que esta é a coisa certa a fazer naquele lugar. Ah, o contrário também é verdadeiro.
Wellington Moreira - Palestrante e consultor empresarial wellington@caputconsultoria.com.br

Você sabe como pedir aumento salarial? Confira algumas dicas

Argumentos têm de ser consistentes e profissional precisa provar que desempenho foi superior Às expectativas
Quem nunca quis pedir um aumento e não soube como? Essa é, realmente, uma situação difícil, seja para quem pede, seja para que escuta o pedido. Ambos, no entanto, precisam enxergar tudo com naturalidade. O profissional deve ter boas razões para convencer o chefe de que merece ter um salário mais alto. Já o gestor deve estar disposto a ouvir.
"A liderança analisa o desenvolvimento do profissional, os resultados alcançados na empresa através da sua atuação e como anda a sua qualificação. Atualização constante, novos cursos e participação em congressos podem ser diferenciais", aponta Mônica Veridiano, analista de recursos humanos da Global Network.
É fundamental que a situação do profissional perante a empresa seja favorável. Segundo Mônica, os objetivos traçados na contratação devem ter sido superados, não basta participar do crescimento da organização, tem que superar expectativas. "Para merecer um aumento, é preciso provar esse merecimento. Uma boa dica é pegar dados do crescimento da empresa, aumento do número de clientes, do faturamento e mostrar como o seu trabalho foi importante para estes resultados. Também é possível mostrar a evolução da sua equipe e novas ideias que você propôs e que deram certo", ressalta.
O ideal é se questionar se este é o melhor momento para fazer o pedido, para então marcar um horário para conversar pessoalmente com a chefia sobre o assunto. "Deve-se estar atento ao humor do chefe e a situação financeira da empresa, caso contrário o pedido de aumento pode se reverter para uma situação adversa. Por outro lado, o empregador deve estar preparado para responder se concederá ou não o benefício. Se a resposta for negativa é preciso ter argumentos consistentes e críticas construtivas para contribuir com o crescimento do profissional", explica.
Motivos pessoais, como 'meu custo de vida aumentou', jamais devem ser utilizados como justificativa para o pedido, já que a empresa não tem nada a ver com problemas pessoais de seus funcionários. Da mesma forma, ações que constituem obrigações profissionais devem ser excluídas da lista. "Chegar no horário, realizar tarefas de sua responsabilidade e nunca faltar ao trabalho são apenas requisitos básicos para serem vistos com bons olhos pela liderança, mas não servem como argumento para ganhar mais", considera a especialista.
Veridiano observa que se o motivo para pedir aumento foi o recebimento de propostas de outras empresas, oferecendo salários mais altos, isto deve ser esclarecido durante a conversa, mas não deve nunca ser usado como chantagem. "Caso a empresa não possa cobri-la, verifique se ela pode investir em seu crescimento profissional, através de cursos, treinamentos e MBA, por exemplo. Se considerar que o oferecido pela empresa não supre suas necessidades, então analise se não está na hora de avaliar outras oportunidades de trabalho", acrescenta.

Reforma do Isepam em destaque na Alerj

O presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), Celso Pansera, participou na última quarta-feira na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) da primeira audiência pública do ano da instituição com a Comissão Permanente de Educação. Ele traçou planos e ações para 2011. Em relação ao Pólo Avançado da Faetec em Campos, Pansera falou da reforma do prédio histórico do ISEPAM (Instituto Superior de Ensino Professor Aldo Muylaert), com investimento de mais de R$ 1,5 milhão. Segundo a diretora da instituição, Ângela Sanges, as obras já começaram no prédio da década de 50, com a ampliação do refeitório, que serve diariamente 1.200 refeições.  “As demais obras necessárias estarão acorrendo ao longo do ano”, destacou.   
Nos quesitos expansão e gestão administrativa, além da inauguração de novas unidades, as novidades nestes eixos são inúmeras como os CVTecs, que oferecerá ensino médio nos CVTs; a ampliação de mais vagas no ensino técnico, a partir de agosto deste ano; a instalação de CVTs em escolas estaduais e em municípios do estado, com arranjos produtivos definidos ou através de doação de terrenos pela prefeitura.
Celso Pansera respondeu a todos os deputados sobre o novo estatuto da rede, que será discutido com representantes, em breve, as participações no Conselho Consultivo da Faetec.  Sobre gestão escolar, falou da aplicação do Plano Político Pedagógico das Escolas, planejado em 2010, que incide diretamente sobre a formação técnica de nível médio nas unidades da Rede; também informou sobre a transformação dos Institutos Superiores de Educação/ISES em Institutos Superiores Tecnológicos; e, mesmo considerando a boa colocação da Faetec nos últimos exames do ENEM e do ENAD, o presidente anunciou a instalação de um exame interno, para melhorar não só a qualificação de nossos alunos, como também a eficiência da direção escolar.   

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA, 4 DE ABRIL DE 2011.


JORNAL O DIÁRIO
- Vasco goleia e lidera seu grupo e Botafogo tropeça no Resende
- De olho no prazo: eleitor tem 10 dias para legalizar o título
- Indenizações no trânsito somam mais de 4,4 mil
- Vigilantes podem ter solução para paralisação hoje
- Consumidor vai aprender gastar menos energia
- Marcenaria vira opção para mais renda e emprego
- Na luta pela Policlínica da PM
- INSS continua a pagar hoje beneficiários

JORNAL O GLOBO
- Licença para obra de Angra 3 reduz exigências ambientais

JORNAL EXTRA
- Correios vão contratar carteiros comunitários em UPPs
- Atraso no piso regional: domésticas receberão 27% a mais sobre salário
- Trem bom é o de Felipe: Vasco 4 a 0
- Zé Lador encontra focos que passaram em vistoria

JORNAL O DIA
- Antecipação do 13º de aposentados sob ameaça
- Trem-Bala do Vasco atropela o Bangu
- Prefeitura quer reduzir benefício de inativos
- Botafogo empata, 1 a 1, com o Resende é é vaiado
- Polícia Civil vai abrir concurso com 600 vagas para inspetor no segundo semestre

FOLHA DE SÃO PAULO
- Salários do RJ ultrapassam os de SP
- Brasileiros movimentam mercado de imóveis em Miami
- Candidato tem assessoria de petistas no Peru