quarta-feira, 26 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Aposentados sem pagamento com o Rio sem royalties
Redistribuição da indenização que
estado recebe por abrigar poços de petróleo vai afetar ainda Copa do Mundo e
Olimpíadas
A
covardia aprovada pelo Senado na quarta-feira contra o estado do Rio afetará
diretamente 230 mil servidores aposentados e pensionistas pagos pelo Rio
Previdência. Fará também o governo perder capacidade de investimentos em
projetos voltados para a Copa do Mundo as Olimpíadas.
Segundo o
governador Sérgio Cabral, os inativos do estado poderão ficar sem receber
benefícios a partir do ano que vem, caso substitutivo do senador Vital do Rêgo
(PMDB-PB) entre em vigor. O projeto vai à votação na Câmara daqui a um mês.
A medida
institui novos critérios de partilha dos royalties e da participação especial
da exploração do petróleo. Isso levará estado a perder R$1,3 bilhão só em 2012.
Em 2020, a queda de arrecadação chegaria a R$ 6 bilhões. A situação de 82
municípios fluminenses também não é boa: perderão R$ 3,6 bilhões em 2012. Enquanto
isso, estados não produtores receberão R$ 8 bilhões que não estavam previstos
em seus orçamentos.
“São dois
aspectos graves: o primeiro é que o estado perde completamente a capacidade de
pagar aposentados, pensionistas, dívida com a União e diversos investimentos,
como projetos para Copa e Olimpíadas. O outro, para mim o mais grave, é a
violação ao ato jurídico perfeito”, acusa Cabral.
O governador
se encontrará hoje com presidenta Dilma Rousseff, em Brasília, e afirmou que
confia em seu veto ao projeto, como fez o ex-presidente Lula com a Emenda
Ibsen, que também tirava royalties do Rio. Na campanha, Dilma defendeu os
estados produtores. Em agosto de 2010, ela falou: “Está explícito na
Constituição: eles devem ter tratamento especial em royalties”.
'A população
tem que assegurar seus direitos nas ruas'
O gasto
mensal com remédios, cerca de R$ 1 mil, é uma das principais preocupações do
servidor estadual aposentado Gerandy Rodolpho de Carvalho, 83 anos, se ele
ficar sem receber a aposentadoria. “É uma responsabilidade importante. Também
tenho que cuidar do meu filho que é portador de necessidades especiais. Sem a
renda é impossível arcar com todas essas despesas”, diz.
Para os
aposentados Antônio César Motta Carvalho, 74 anos, e Luis Alberto Santos Frota,
78, a proposta de nova distribuição dos royalties é absurda. É o caso de toda a
população ir às ruas de luto porque a situação é trágica, contaram.
Eles ainda
lembram que não estão pensando somente na aposentadoria deles. “Receber os
royalties do petróleo não é um privilégio do Estado do Rio. É uma indenização
que o governo tem, porque o petróleo é m recurso esgotável”, diz Antônio.
Os
aposentados se reuniram, ainda ontem, na casa de Gerandy para estudar o que
poderia acontecer se a renda for mesmo afetada.
Programas de
despoluição também serão afetados
A perda de
receitas com royalties comprometerá R$1,5 bilhão de investimentos, nos próximos
cinco anos, em programas de despoluição exigidos pelo Comitê Olímpico
Internacional como contrapartida à escolha do Rio para sede dos Jogos de 2016.
Por conta disso, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc começou ontem a
discutir com técnicos do governo meios de compensar impactos sobre projetos de
despoluição da Baía de Guanabara e do complexo de Lagoas da Barra da Tijuca.
Segundo ele,
o substitutivo do senador Vital do Rêgo inviabiliza, já a partir de 2012, o
Fundo Ambiental de Conservação e Desenvolvimento Urbano (Fecam) que o governo
depende para promover desembolsos. O fundo usa 5% dos royalties. Só os
investimentos previstos para a despoluição da Baía de Guanabara, 80% provêm do
Fecam.
Minc revelou
que quer procurar a presidenta Dilma para convencê-la de vetar mudança que
afete a arrecadação com campos em produção. “Como amigo e companheiro de luta
armada, vou mostrar a necessidade de evitar mudança que leve a questão ao STF”,
disse.
5 minutos
com Gustavo Barbosa, presidente do Rio Previdência
1. De que
forma o estado utiliza os recursos provenientes dos royalties?
— Há o
repasse anual de aproximadamente R$ 1,7 bilhão, até 2020, para pagar a dívida
com a União contraída na década de 90. Outra fatia, de R$ 250 milhões, é
repassada para o Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental e
Desenvolvimento Urbano). Todo restante é alocado, por lei estadual, no Rio
Previdência.
2. Por que o
Rio Previdência será afetado?
— Royalties
são o principal ativo do Fundo. Em 2011, a previsão é que o repasse seja de
R$4,5 bilhões. Os ativos restantes são oriundos das contribuições
previdenciárias dos servidores ativos e de patronais, além de outras fontes.
Esses ativos (sem os royalties) somam R$ 5 bilhões por ano. A folha de
benefício previdenciário dos 230 mil segurados é de R$ 9,5 bilhões por ano. Sem
royalties, a conta não fecha.
3. Há risco
dos segurados ficarem sem o pagamento? O dano ao aposentado seria imediato?
— Não
haveria capacidade de pagar. Existe o risco porque todo esse processo
inviabiliza o estado. E também não há como utilizar o dinheiro do Tesouro
Estadual para arcar com a aposentadoria, porque isso quebraria o estado. Não há
possibilidade dessa derrota se tornar real, pois não há como fazer mágica. O
dano seria imediato. Não tem como arrumar R$ 4,5 bilhões de uma hora para
outra”.
PRINCIPAIS NOTÍCIAS DESTA SEXTA-FEIRA, 21 DE OUTUBRO DE 2011.
FOLHA DE SÃO PAULO
- Gaddafi é
capturado e morto
- Estado
destinouy verba a assessor de braço direito de Alckmin
- Presidente
do TJ-SP quer que juiz tenha ‘delegado especial’
JORNAL O GLOBO
- O violento
fim de um ditador
JORNAL EXTRA
- Tráfico da
Maré cobra 2 milhões para liberar obra na Linha Vermelha
- R$ 1 bi no
Maraca... e carioca pode nem ver o Brasil na Copa
- Cabral diz
que royalties são risco à Copa
- Bradesco
já dá consignado para servidores
- Ditadura
de Kadafi termina dentro de bueiro.
JORNAL O DIA
- Primeiras
vítimas da covardia contra o Rio são os mais idosos – Aposentados podem ficar
sem pagamento, diz Cabral
-
Ex-deputados da Alerj levam 480 multas com carro oficial e dão calote de R$ 92
mil
- Servidores
do estado: banco atende mais rápido que o esperado
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Senado aprova redistribuição de royalties do petróleo
O Senado
aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que define uma nova divisão dos
recursos arrecadados na exploração do petróleo no Brasil, reduzindo as fatias
da União, Estados e municípios produtores da commodity e elevando a
participação dos Estados e municípios não produtores.
A proposta,
relatada pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que deveria ser uma alternativa
de consenso sobre o tema, foi fortemente criticada pelos parlamentares dos
Estados produtores, principalmente o Rio de Janeiro, e deverá prolongar uma
definição sobre as futuras regras para a exploração de uma grande porção do
pré-sal brasileiro.
Com a
aprovação no Senado, a proposta segue para análise na Câmara dos Deputados,
antes de uma eventual sanção presidencial.
O projeto de
Vital do Rêgo prevê que a fatia da União nos royalties dos campos já licitados
caia dos atuais 30 por cento para 20 por cento.
Já a fatia
dos Estados produtores diminui de 26,25 por cento para 20 por cento. No caso
dos municípios produtores, a alíquota cai de 26,25 por cento para 17 por cento
em 2012 e, gradualmente, até 4 por cento em 2020.
Com isso, a
participação dos Estados não produtores - que receberão o dinheiro de acordo
com os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) - subirá de 1,75
por cento para 20 por cento no ano que vem e, gradualmente, até 27 por cento em
2020.
No caso dos
municípios não produtores, a fatia aumenta de 7 por cento para 20 por cento,
chegando a 27 por cento em 2020.
O texto
também altera a divisão das chamadas Participações Especiais -tributo cobrado
em campos de maior produção.
Nos campos
já concedidos, a parte da União cai de 50 por cento para 42 por cento em 2012.
Nos anos seguintes, a alíquota sobe gradualmente até chegar a 46 por cento em
2016.
A fatia da
Participação Especial dos Estados produtores cai de 40 por cento para 34 por
cento em 2012, chegando a 20 por cento em 2020. Os municípios produtores, que
hoje recebem 10 por cento, passarão para 5 por cento em 2012 e para 4 por cento
em 2019.
Os demais
Estados e municípios, que hoje nada recebem a título de Participação Especial,
terão 9,5 por cento em 2012 e 15 por cento em 2020.
Fonte: Yahoo
Notícias
Opinião – De que valeu a manipulação da
massa de manobra, para fazer barulho? Eu já havia anunciado, que infelizmente,
não é o povo que iria decidir sobre isso, como se fosse uma eleição. Mas uma
dúzia de gatos pingados do Senado e da Câmara dos Deputados, que iriam decidir
os destinos dos royalties.
É bem
verdade que essa aprovação foi apenas o primeiro passo, porque o novo projeto
ainda será votado pelos deputados, mas acho que já está na hora da Prefeita botar
a mão na cabeça e agir com sensatez, para ver como ela utilizará as verbas que
virão, e não ficar chorando, e enxugando as lágrimas nos ombros do povo. Povo
esse que possui apenas uma parcela de culpa, porque ainda não percebeu que é
massa de manobra, dos “inho” e de outros politiquinhos.
Parem de
chorar e comecem a trabalhar de verdade! Utilizando o que resta, da melhor
maneira possível, acabando com as mamatas das licitações fraudulentas; com o
nepotismo; com as negociatas dos funcionários de cargos de confiança; com os
apoios culturais para a banda do marido da presidente da FCJOL; e outras
mumunhas mais...
E tenho
dito.
Copom inicia mais uma reunião para discutir a taxa básica de juros
O Comitê de
Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou ontem (18) à tarde
mais uma reunião - a sétima do ano - para discutir a possibilidade de promover
mais uma redução da taxa básica de juros (Selic), que está em 12% ao ano desde
31 de agosto.
Na última
reunião, o comitê formado por diretores do BC aprovou, por 5 votos a 2, a
redução da taxa Selic em 0,5 ponto percentual, além de sinalizar a
possibilidade de novas reduções, tanto na
nota distribuída depois da reunião quanto na ata divulgada na semana
seguinte.
Em vista
disso, a maioria dos analistas financeiros do setor privado, ouvidos toda
sexta-feira pelo BC, passou a projetar mais duas reduções: uma na reunião de
ontem e hoje e outra na última reunião do Copom este ano, programada para os
dias 29 e 30 de novembro. A expectativa, de acordo com o boletim Focus
divulgado dia (17) pelo BC, é que a Selic termine o ano em 11%.
Como a
reunião é realizada em duas etapas, a definição da taxa de juros que remunera
os títulos públicos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia
(Selic) só é conhecida depois dos debates finais, no segundo dia, quando é
encaminhada a votação. O resultado é divulgado sempre à noite, depois do
fechamento do mercado financeiro.
Fonte:
Agência Brasil
Extinção de estabelecimento não reverte estabilidade acidentária
O empregado
que sofreu acidente de trabalho tem garantida a manutenção de seu contrato de
trabalho na empresa, pelo menos por doze meses após o encerramento do auxílio
doença acidentário. Nesse contexto, se a empresa encerrar as suas atividades, o
empregador ficará obrigado a pagar ao trabalhador os salários integrais do
período da estabilidade acidentária. Assim se manifestou a 5ª Turma do TRT-MG,
ao manter a condenação de uma empresa ao pagamento de indenização substitutiva
dos salários devidos ao empregado acidentado, que foi dispensado logo após
retornar ao trabalho.
A reclamada
defendeu-se, alegando que encerrou as suas atividades e pediu a aplicação do
mesmo entendimento disposto na Súmula 369, IV, do TST, que prevê o fim da
estabilidade do dirigente sindical quando o estabelecimento é fechado. No
entanto, a desembargadora Lucilde D'Ajuda Lyra de Almeida não atendeu ao
requerimento da empresa. Isso porque, conforme esclareceu a relatora, não houve
prova da extinção do local em que o trabalhador prestava seus serviços. Mas,
mesmo que isso tenha, de fato, ocorrido, não se trata de simplesmente adotar a
solução dada para o dirigente sindical.
A Magistrada
lembrou que a garantia de emprego acidentária constitui vantagem pessoal e,
nessa condição, não se equipara àquela conferida ao dirigente sindical, pois o
trabalhador, no exercício dessa função, atua fiscalizando e educando, sempre
com o objetivo de defender os interesses dos empregados. Daí, porque a sua
estabilidade somente se justifica quando em funcionamento a empresa. Por outro
lado, a garantia de emprego do trabalhador acidentado decorre da proteção
constitucional à dignidade da pessoa humana e tem por fim assegurar a
sobrevivência do empregado, vítima de acidente, naquele período posterior ao
restabelecimento, quando ainda existem limitações físicas ou psíquicas, com
reflexos em sua capacidade de trabalho e produtividade.
A
Desembargadora acrescentou que os riscos do empreendimento são do empregador e
não do empregado, conforme artigos 2° e 3° da CLT. Dessa forma, a extinção do
estabelecimento está dentro destes riscos. "Nessa toada, considerar
indevida a indenização, implicaria transferir ao trabalhador um risco que é do
empregador", destacou. Considerando que o reclamante foi vítima de acidente
de trabalho, tendo permanecido afastado de suas atividades por período superior
a 15 dias, recebendo benefício previdenciário de natureza acidentária, a
relatora manteve a condenação da empresa ao pagamento de indenização
substitutiva dos salários do período da estabilidade.
Fonte: TRT –
3ª região
PRINCIPAIS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA, 20 DE OUTUBRO DE 2011.
FOLHA DE SÃO PAULO
- BC mantém
estratégia, e juros caem 0,5 ponto
- Contra
cortes, gregos usam pedras e molotov
JORNAL O GLOBO
- Planalto
já avisou que PC do B, perderá Esporte
JORNAL EXTRA
-
Quatropelamento
- Niterói
altera lei para impedir mercado de fazer promoção e prejudica o povo
- Comércio
abre 1.900 vagas para o Natal
- Royalties:
Senado aprova a divisão
JORNAL O DIA
- É guerra!
Senado aprova roubo de petróleo do Rio
- Polegar
preso no Paraguai
- Servidores
vão fazer economia de até R$ 286 em novo banco
- Fogão
perde para o Santos e ajuda rivais
- Futebol do
Rio sob suspeita de ação da ‘máfia do apito’
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Caixa amplia expediente em uma hora para normalizar atendimento
A Caixa
Econômica Federal decidiu ampliar em uma hora o expediente em suas agências
para conseguir normalizar o atendimento após a greve de 21 dias dos bancários.
A medida vale a partir de quarta-feira, 19, e vai até o dia 28.
Cada
regional da Caixa vai definir se prefere iniciar o trabalho uma hora mais cedo
ou se seguirá com o expediente até mais tarde.
Em São
Paulo, a volta ao trabalho dos bancários foi marcada por filas, especialmente
nas agências da Caixa e do Banco do Brasil, instituições públicas que tiveram
adesão maior à greve.
Agências
localizadas em bairros como Vila Nova Cachoeirinha (zona norte) tiveram mais
fila do que as da avenida Paulista e do centro velho de São Paulo. Na agência
central da Caixa em São Paulo, houve filas para retirada de documentos como
extrato do FGTS e para negociar financiamento imobiliário.
FIM DA GREVE
Os bancários
decidiram oficialmente ontem voltar ao trabalho após 21 dias de paralisação,
embolsando um reajuste salarial de 1,5% acima da inflação (9% de aumento).
O fim da
greve --a maior desde 2004-- foi selado ontem em assembleias de trabalhadores
do setor privado em todo o país, mas, na prática, havia sido decidido na sexta
em acordo de negociadores "profissionais" de ambos os lados.
Assembleias de São Paulo, Rio, Brasília e Curitiba acataram a proposta.
2011 é o
oitavo ano consecutivo de aumento acima da inflação para a categoria.
GOVERNO
CONTRA
Além da
disputa com os bancos privados, os trabalhadores também entraram em embate
neste ano com o governo Dilma Rousseff por conta dos bancos públicos.
Preocupado com a escalada de preços, o governo orientou estatais com os
Correios, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a evitar aumentos
salariais acima da inflação.
No caso dos
Correios, a disputa foi parar na Justiça, que determinou o fim da greve, deu
aumento de R$ 80 (acima da inflação) e mandou os grevistas reporem os dias.
Já os
bancários terminam a greve sem interferência da Justiça e sem reposição dos
dias perdidos. Em todo o país, os bancários são 484 mil --135 mil na Grande São
Paulo.
Fonte:
Jornal Folha de São Paulo
Professores da rede estadual paralisarão atividades na quinta-feira
Os
professores da rede estadual do Rio realizarão, na quinta-feira, uma
paralisação de 24 horas em todo o estado. O objetivo da manifestação é cobrar a
derrubada do veto do governador Sérgio Cabral a três projetos de lei, propostos
para encerrar a greve da categoria em agosto.
Os
manifestantes querem a criação de um plano de cargos e salários para os
funcionários administrativos, a dedicação de um terço da carga horária dos
professores ao planejamento do ano letivo e o abono dos dias parados.
O grupo
também realizará um ato em frente a sede da Secretaria de Educação, no Centro.
No mesmo
dia, professores da rede estadual, municipal, ensino técnico e superior
estarão, às 14 horas, na Cinelândia para protestar pela aplicação de 10% do
Produto Interno Bruto (PIB) na Educação.
Fonte:
Jornal Extra
Relator entrega substitutivo sobre divisão de royalties do petróleo
O senador
Vital do Rêgo (PMDB-PB) acaba de entregar ao presidente do Senado, José Sarney,
o substitutivo ao projeto que trata da divisão dos royalties e das
participações especiais na exploração do petróleo (PLS 448/11). Vital disse que
o texto será disponibilizado ainda hoje na página do Senado.
A previsão é
que a proposta seja votada pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira (19) e
pela Câmara no dia seguinte. Se deputados e senadores não votarem o projeto até
a próxima semana, Sarney pretende colocar em discussão, no dia 25, o veto do ex-presidente
Lula à redistribuição igualitária dos royalties.
O projeto,
que é de autoria do senador Wellington Dias (PT-PI), recebeu 283 emendas e,
desde que foi apresentado, vem monopolizando os debates no Congresso sobre a
divisão dos royalties entre os estados, os municípios e a União.
Fonte:
Câmara dos Deputados
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